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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Pura Evidência

Ainda há quem não entenda que o mais importante da vida é gratuito, que está em toda a parte, por vezes até mesmo debaixo dos nossos olhos... Ainda há quem não saiba que o amor é uma energia à espera de ser impulsionada e por onde passa, deixa uma marca. Ainda há quem não saiba que o amor cura! e nos faz sorrir! e nos faz sentir parte de um todo! Ainda há quem não saiba que dentro de si reside uma capacidade infinita e ilimitada para amar! Ainda há quem não saiba que o Amor gere Amor! E que a energia deve ser recíproca! Eu pergunto, como é possível ainda haver quem não saiba esta pura evidência? É o amor que nos faz sentir vivos!
Carla Sofia

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Entrega

Entrego o coração, recolho a paz.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Corações de Pedra

«O Amor é uma energia divina que se introduz em circunstâncias humanas,
uma essência intemporal que entra no tempo.»
Daphne Rose Kingna

Existe uma praia que conta uma história. Nessa praia há Corações de Pedra que nascem e emergem das rochas que tocam o oceano. Após cada maré, estes corações vão tornando-se cada vez mais visíveis, até que chegado o momento, libertam-se, deixando o seu lugar de origem, entregues ao destino.
Alguém passará e os apanhará, pois são únicos...
Aos que ficam esquecidos, escondidos e camuflados, o mar consumirá as suas formas. Deixarão de ser corações de pedra, passarão a corações partidos e estilhaçados, até se transformarem em ínfimos grãos de areia.
Talvez uma vida não chegue para testemunhar esta transmutação, mas chega para contemplar um coração de pedra acabado de nascer...


(K, esta é a minha resposta ao teu post.)
Acredito no Amor Puro como energia existente em todo o Universo.
Acredito que podemos amar alguém mesmo na sua ausência. Acredito que nos podemos apaixonar por corações de pedra e acredito que quando perdemos um amor o nosso coração fica mesmo despedaçado...

*
CarlaSofia
*
p.s. Sabem qual é essa praia? É a Praia da Bafureira em S. Pedro do Estoril.
beijinhos*

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Pequenos Gestos de Amor

Não nos devemos coibir de praticar pequenos gestos de amor sempre que o nosso coração nos diga para o fazer. Os nossos actos de carinho não devem ser limitados pelo olhar e incompreensão alheias.
Qualquer atitude de afecto é, em todo o caso, a atitude correcta e preferível, se for essa que verdadeiramente sentimos querer fazer.
Considero também que devemos ser livres nesses pequenos actos, isto é, fazê-los de livre vontade. O que significará que cada gesto de amor é, por essência, um gesto sincero.
Todo e qualquer gesto de amor contribuirá para um bem maior, um bem que não está apenas centrado no eu individual, mas que nasce de uma partilha, promovendo uma amplitude de energia global e positiva.
O efeito de um pequeno gesto de amor poderá não ser perceptível no momento, mas desencadeará certamente uma mecânica e sucessão de acontecimentos significativos.
O seu alcance é infinitamente bom, pois nesse gesto foi depositado a energia do amor.
CarlaSofia

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Amor também é companheirismo



Hoje caminhava na rua quando encontrei uma senhora que era cliente assídua da livraria onde trabalhei durante 4 anos. Quando a vejo não resisto em dar-lhe um abraço pois é uma pessoa muito especial. Ela costumava ir à livraria com o seu marido. Estão os dois já perto da casa dos oitenta anos e era uma ternura vê-los chegar de mãos dadas, sempre muito cúmplices, que só uma vida em casal pode proporcionar. Eu costumava olhar para eles e pensar como é extraordinário conseguir viver com outra pessoa após tantos anos e sentir que ainda há muito amor para dar e receber. Parece-me que são o exemplo vivo de duas pessoas que certamente viveram o seu momento de paixão, mas que findado esse auge de atracção, mantiveram-se unidos numa relação muito mais substancial, tornaram-se companheiros um do outro. É claro que sou muito inexperiente para apreender a riqueza de tal companheirismo, mas não deixa de ser surpreendente. Duas pessoas que certamente se depararam com muitos obstáculos, que passaram por momentos muito difíceis, mas que os ultrapassaram e que sabem valorizar tudo de bom que a vida lhes deu e ainda pode dar. Hoje, após tantos anos ainda estão juntos e neste momento perante mais um desafio.
Encontrei-a sozinha pois o marido já não consegue levantar-se e por isso não irão mais dar passeios de mãos dadas. Consegui ler a tristeza profunda nos seus olhos de que agora tudo será diferente. Queria não deixar de abraçá-la, demonstrar-lhe que a compreendo. Mas sei que não me é possível compreender a profundidade desse sentimento.
O que acontecerá daqui para a frente, só o tempo dirá e por quanto dirá. Mas este casal é e será sempre especial…
Tudo isto me faz lembrar algo que li recentemente e que diz:

«Se a metáfora do amor apaixonado é a do fogo, a do amor companheirismo é a das videiras que crescem entrelaçadas e gradualmente ligam duas pessoas.»* [A Conquista da Felicidade, Jonathan Haidt]

Como ramos que crescem entrelaçados, duas pessoas que vivem toda uma vida em companheirismo levarão certamente uma doce recordação das suas existências.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Amoridade

Quis encontrar uma palavra no dicionário, mas acabei por encontrá-la no meu interior. Quis encontrar a palavra que pudesse expressar um misto de amizade e amor. Algo que sentimos por todos os seres especiais, que se cruzam na nossa vida e com os quais construímos um universo de linguagem própria, muitas vezes numa linguaguem ela mesma inefável. É mais que uma amizade porque toca o véu do amor, mas também não é o amor. Talvez seja uma espécie de reflexo de amor...
O que importa, na verdade, é que é o sentimento que temos pelo o outro por ele ser aquilo que é e não ser de outra forma e porque nos sentimos em algum aspecto ligados profundamente. É também uma reciprocidade, porque esse outro também se interessa por aquilo que somos. E não temos nada para provar, apenas vivenciar essa relação. Confiar, partilhar, rir, chorar ou brincar, em suma, ampliar a nossa humanidade.
O ser por quem sentimos esta amizade, progressivamente afectuosa e prazerosa, é também aquele ser com quem podemos sonhar sem que o sonho se torne uma meta a concretizar.
Carla Sofia
Um Anjo disse-me:
A nossa Fé dá-nos a força que precisamos quando tudo parece impossível.
As fotos deste blog são de minha autoria, à excepção das que são oferecidas pelos meus amigos. Todas estão devidamente identificadas.

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